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áfricas fascinantes, acolhedoras e enfeitiçantes...
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Cruzamento
dos antigos reinos vindos dos grandes impérios seculares
de Mali e Gana, ponto de encontro dos homens do ouro, do
marfim, do bronze e da terra moldada, encruzilhada dos povos
das lagunas, da floresta e da savana, a Côte d'Ivoire é
uma mosaica viva que, numa terra cheia de cores, soube preservar
suas tradições, e vencer o desafio do modernismo.
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Abidjan,
"pérola das lagunas", é a prova concreta desta aposta dupla:
capital econômica, ela lança para o céu suas torres futuristas
de vidro e de aço, verdadeira Manhattan tropical; mas também
Treichville, com seus milhares de butiques, sua música que
ritma a vida no cair da noite; "Treich" a Africana onde convivem
etnias do mundo inteiro, onde se acha de tudo. Botequins conceituados,
que oferecem gambás ou "frango-bicicleta" assado na brasa,
mercados deslumbrantes e sonoros, barulho grave dos dançarinos
Dan nas calçadas... |
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É
preciso também descobrir as cidades e as aldeias do interior
e a beleza das arquiteturas tradicionais; vilas de barro
Sénoufo, soukalas fortificadas dos Lobi, povoado lacustre
de Tiagba, galpões sobre pilotis dos Dioulas, belas casas
com impluvium no oeste...
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Viver os momentos intensos das danças tradicionais, já que
tudo aqui começa e acaba em fabulosos espetáculos: festa
das gerações na aldeias Ebrié, Goli e Zaouli, no centro
do país; festa das máscaras a Guiglo, o Niyogu a Boundiali,
Koman a Odienné, o Homem de Perna de Pau ou a Dança da Faca
a Man, os ritos e cerimônias dos reinados Indénié e Abron,
cuidadosamente seguidos...
Estas manifestações são únicas. Elas só podem ser vistas
em Côte d'Ivoire e são as marcas da criatividade marfinense,
que exprima-se plenamente tanto no folclore quanto no artesanato,
nas estátuas, nas máscaras.
Um magnífico país de roteiros onde todos os itinerários
são possíveis, até os mais secretos...
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Uma
malha rodoviária única na África e confortáveis e charmosos
hotéis também no interior permitam de percorrer a Côte d'Ivoire
a partir do eixo Abidjan-Yamoussoukro, e, depois, de ficar
no litoral após uma extraordinária viagem. |
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Um conjunto de roteiros, diversificados e complementares,
fazem descobrir as múltiplas facetas da mosaica marfinense:
do país Baoulé, coração da Côte d'Ivoire, até as florestas
do Reino Agni no leste; do norte harmonioso dos Sénoufos
até as altas montanhas do país Yacouba, no oeste; dos antigos
postos coloniais do litoral até as primeiras capitais, cujos
vestígios e memória pertencem à história.
Então, "pé na estrada": este país se oferece inteiro àqueles
que saberão descobri-lo e amá-lo.
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O Reino Agni, ou Indénie, se desenvolve na grande floresta.
Aqui, a história é irmã do maravilhoso, já que estes pequenos
reinos possuem mil lendas: por que os moradores de Soko
vivam junto com macacos sagrados? Qual é a história do rio
de peixes sagrados de Sapia?
Em Abengourou, o Rei dos Agnis recebe na sua residência
tradicional, erguida em 1882. Em Zaranou, um chefe Agni
concede o privilégio de assistir com ele e sua corte às
danças reservadas aos visitantes.
Os artesões Agnis realizam tapeçarias estilizadas (Abengourou),
pequenas estátuas, objetos de bronze e roupas ricamente
tecidas.
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O País Baoulé
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| No
limite entre floresta e savana, este povo de agricultores
fez da região central o pulmão econômico do país. Nas
encostas do Monte Kokoumbo Boka, subsistem ainda os
garimpos de onde vinha o ouro que deu a prosperidade
aos Baoulés e favoreceu o desenvolvimento de um artesanato
muito refinado: Batiks, pesos Akan, estátuas da fecundidade,
máscaras de madeira esculpida, jóias de ouro. |
Yamoussoukro:
aldeia natal do falecido presidente Houphouët-Boigny.
Capital administrativa e política desde 1983. A cidade
é uma aposta; arquitetura futurista, mármore cor-de-rosa
do Hotel President (rede Inter Continental), que domina
um dos mais belos campos de golfe do mundo, universidades
e grandes escolas... |
A
basílica da floresta: extraordinária, de cortar o fôlego!
É uma primeira mundial pelas dimensões, pelas tecnologias
utilizadas e por seus imensos vitrais tradicionais.
Nossa Senhora da Paz é um símbolo da fé, da paz e do
turismo marfinense. |
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O País Sénoufo
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| No
clima seco do norte, a terra vermelha da savana é pontuada
de aldeias de casas arredondadas, com magníficas portas
de madeira esculpida. |
É
a região da harmonia, regida pelo Poro, a iniciação
longa e complexa que, em sete anos, faz de uma criança
um homem pleno.
Fora do bosque sagrado, é a aparição de máscaras extraordinárias,
preocupantes ou engraçadas, sempre insólitas e acompanhadas
do som melodioso dos balafons. |
Mundialmente
reconhecido, o artesanato Sénoufo é rico de seus tecidos
pintados de Korhogo, de suas estátuas de linhas depuradas,
de suas máscaras policromas e de sua louça de barro.
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O País Yacouba
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| No
oeste, na suavidade do clima montanhoso, é o surpreendente
país dos Yacoubas, ou Dans. Man, a cidade das 18 montanhas,
repousa num estojo de natureza e cachoeiras, com suas
fabulosas pontes de cipó, cuja realização continua inexplicada.
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A
fascinante seita do Gor, seus grandes iniciados que
têm o poder de ficar invisíveis ou de metamorfosear-se
em leopardos, os acrobatas mascarados que evoluem sobre
imensas pernas de pau, as mocinhas que voam graciosamente
por cima dos punhais afiados dos dançarinos...
Roupas tecidas, cestas, escultura de madeira, máscaras
Dans são as principais produções artesanais do país
Yacouba. |
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